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Guardian Bell

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  O Guardian Bell, também conhecido como biker bell ou gremlin bell, entre outros… é uma lenda. Dizem que com o seu som, protegem os motociclista contra espíritos maus que assombram as estradas à procura de vítimas. São usados há muitos anos como amuletos e encerram em si a particularidade de não poderem ser comprados nem solicitados pelo protegido. Devem vir ao motard de forma ligeira e desentendida. O Guardian Bell tem que ser oferecido sem ter sido solicitado. Não pode mudar de dono e deve viajar sempre preso ao quadro, preferencialmente na parte mais baixa do quadro da Mota. Pode mudar de Mota, mas nunca de dono e antes de uma Mota mudar de dono, deve  ser retirados para ficar com o seu dono original. Verdade? Ou lenda?  Com tempo conto mais sobre as origens da crença até la, deixo-vos com os nossos Guardiões. 

As Canecas do HOG

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Foram uma oferta da Filipa. Ontem ao chegar a Madrid, cada um tinha a sua, presa às calças pois isto não é um baile de formatura! Isto é uma festa de gente que gosta de motas! Neste Hotel, já toda a gente sabia que éramos os Portugueses das Harleys :)

Dia 1 Lx-Madrid

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O resumo do que queremos (muito) fazer é, então: De Lisboa para Budapeste, de Mota de 13 a 22 de Junho de 2023. Lisboa até Madrid para primeira noite, depois a ideia era ir de Madrid até Barcelona e apanhar um ferry⛴️ para Itália. Depois de dar umas voltas em Italia queríamos ainda apanhar um ferry para nos deixar na Croácia. Depois Eslovenia e por fim Hungria (Budapeste) para o HOG 120 - o Festão na Europa da Harley Davidson… Queríamos retirar depois um dia para a festa Sparty. Junta-se a nós a malta que vem de avião, no dia 22… depois há que fazer o caminho de regresso, quiça visitando Viena de Áustria e mais uns locais especiais de Itália antes de fazer o último ferry, Genova - Valença. Isto em traços gerais. Em traços mais finos posso dizer-vos que enquanto escrevi isto, adormeci 3 vezes no Hotel NH Madrid, após este primeiro dia extenuante de Lisboa-Madrid sempre por estrada que demanda mais ou menos 120 kms/h.

A Viking…

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A segundo elemento, é a Viking. Apelidada assim por mim quando a conheci, por causa das tranças a sair do capacete. Já a conheci em cima de duas rodas e desde aí que temos rolado juntas. A Viking é muito experiente, muito paciente. A mais gentil e a mais sensível das pessoas que conheço mas, ao mesmo tempo, das pessoas mais fortes. Se quiserem encontrar a Viking, espreitem no meu retrovisor. Está sempre lá. Não que não saiba o caminho, mas é controladora. Mãezona, gosta de ter a certeza que estamos todos bem, por isso ou está a seguir a mim, ou a cerrar a fila. Sei o que sente, somos mesmo muito parecidas… não há coincidências. Que os ares da sorte nos levem a Budapeste, e nos tragam tal qual fomos, mas com mais histórias para contar! ❤️ porque temos “bebés” para criar, mas queremos que se lembrem das mães como sempre fomos na nossa essência, sonhadoras e muito donas do nosso nariz!   
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  Cá está!! My Dark Angel. Espirito aventureiro, guerreira, e não diz não a nada! Diz-se pouco experiente mas deveriam vê-la... nao ha pai para ela. Bora lá miuda muita mais gira!!

Como tudo começou…

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Há um ano atrás, numa viagem aos Picos da Europa, também de Mota, ele teve esta ideia…  “E se fôssemos à Hungria, ao HOG 120?” Sem sabermos bem quantas milhas são, quantos dias serão e quantas histórias teremos para contar, aceitamos e depois logo fomos fazer as contas, aos dias, aos kms, aos ferries e aos dias! E foi assim que tudo começou.