Há um ano atrás, numa viagem aos Picos da Europa, também de Mota, ele teve esta ideia… “E se fôssemos à Hungria, ao HOG 120?” Sem sabermos bem quantas milhas são, quantos dias serão e quantas histórias teremos para contar, aceitamos e depois logo fomos fazer as contas, aos dias, aos kms, aos ferries e aos dias! E foi assim que tudo começou.
A segundo elemento, é a Viking. Apelidada assim por mim quando a conheci, por causa das tranças a sair do capacete. Já a conheci em cima de duas rodas e desde aí que temos rolado juntas. A Viking é muito experiente, muito paciente. A mais gentil e a mais sensível das pessoas que conheço mas, ao mesmo tempo, das pessoas mais fortes. Se quiserem encontrar a Viking, espreitem no meu retrovisor. Está sempre lá. Não que não saiba o caminho, mas é controladora. Mãezona, gosta de ter a certeza que estamos todos bem, por isso ou está a seguir a mim, ou a cerrar a fila. Sei o que sente, somos mesmo muito parecidas… não há coincidências. Que os ares da sorte nos levem a Budapeste, e nos tragam tal qual fomos, mas com mais histórias para contar! ❤️ porque temos “bebés” para criar, mas queremos que se lembrem das mães como sempre fomos na nossa essência, sonhadoras e muito donas do nosso nariz!
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